Marketing Powered by AI
6 Lições Práticas do NEXT.MARKETING Online
Pontos-chave: Resumo NEXT.MARKETING Online
O NEXT.MARKETING Online reuniu seis especialistas para demonstrações ao vivo de IA aplicada ao marketing, cobrindo conteúdos, tráfego, conversão, agentes, automação e analytics.
A métrica mais valiosa nas redes sociais não são os gostos nem o alcance, mas as visitas ao perfil, porque revelam interesse real e permitem decidir onde investir orçamento.
Estar bem posicionado no Google já não é o único objectivo, mas também ser recomendado pelo ChatGPT. São algoritmos distintos e a estratégia de optimização tem de contemplar ambos.
Com IA, é possível criar uma landing page funcional, responsiva e pronta a publicar em menos de quatro horas, contra uma semana no processo tradicional.
Um agente inteligente distingue-se de uma automação porque não executa regras fixas: recebe um objectivo, planeia autonomamente e utiliza ferramentas para o atingir.
A automação de conteúdo editorial, newsletter, artigos de blog, SEO e repurposing para vídeo, pode ser feita em fluxos encadeados com Claude e Make, poupando dias de trabalho por semana.
Dados desintegrados e KPIs sem definição partilhada são os maiores inimigos de uma estratégia de analytics eficaz. A IA só acrescenta valor se a base de dados for fiável.
A vantagem competitiva não está em usar IA, mas em usá-la melhor do que os outros, com critério, contexto e responsabilidade.
A gravação do evento está disponível em nextmarketing.pt por 75€ + IVA, com acesso durante 12 meses.
O Evento: Contexto, Formato e Objectivos
No dia 2 de Junho de 2026, a AMD realizou o NEXT.MARKETING Online, uma conferência digital subordinada ao tema Marketing Powered by AI. O evento reuniu seis especialistas, seis horas de conteúdo prático e mais de uma centena de profissionais de marketing em todo o país.
O mote do evento foi claro desde a abertura: há muita conversa sobre Inteligência Artificial, mas poucos sabem como integrá-la no trabalho real. O objectivo não era falar sobre IA, era mostrar como se usa, com demonstrações ao vivo, ferramentas reais e casos de aplicação directa em marketing de conteúdo, tráfego, conversão, agentes inteligentes, automação e analytics. Um evento inteiro dedicado à aplicação prática de Inteligência Artificial no marketing. Sem teoria vazia, só demonstrações reais, ferramentas concretas e processos que se podem aplicar no dia seguinte.
O programa foi desenhado como uma jornada integrada, com cada sessão a complementar a seguinte: Conteúdos e Redes Sociais, Tráfego, Conversão, Agentes, Automação e Analytics. Uma visão de sistema, não de peças isoladas.
Os seis Oradores foram Paulo Rossas (Lisbon Digital School), Bernardo Ferreira (REACH AI), Helder Pinto (HRP), Miguel Rão Vieira (PumpkinSearch), Rui Nunes (SendXmail, ZOPPLY e HOT Leads) e Jorge Cunha (IT Tech BuZ). O dia foi moderado por André Novais de Paula, em representação da AMD.
Paulo Rossas | Conteúdos e Redes Sociais
O Método 90/3 | Powered by AI
Paulo Rossas, Chief Innovation Officer na Lisbon Digital School, abriu o evento com uma premissa simples mas poderosa: as redes sociais são o melhor ecossistema gratuito que existe para uma marca, mas a maioria não as está a usar de forma profissional.
A sessão começou com dados reais extraídos das plataformas. Em Portugal, o Instagram lidera, seguido do Facebook e logo a seguir o LinkedIn com 6,6 milhões de utilizadores. O Reddit cresceu para 4,1 milhões. Nenhuma rede está a encolher.
O núcleo da apresentação foi o Método 90/3: 90 posts, 3 meses, sem parar. A lógica é simples porque a cadência máxima cria aprendizagem. Com 90 posts distribuídos por 9 temas multiplicados por 10 peças cada, uma marca consegue perceber o que funciona, em que rede e para que audiência. Depois dessa base de dados orgânica, investe ou replica o que resultou.
O ponto mais revelador foi a métrica que Paulo defende como a melhor das redes sociais: visitas ao perfil. Não gostos, não partilhas, não alcance. Uma visita ao perfil só acontece quando o conteúdo parou alguém no feed e gerou curiosidade suficiente para clicar. É o sinal mais limpo de interesse real. O Instagram não a mostra nos exports de Excel precisamente porque, se toda a gente soubesse qual é o melhor post, todos investiriam logo nele.
Quanto ao papel da IA no processo: usar ferramentas como Claude, ChatGPT ou Perplexity para identificar temas intemporais para cada negócio, cruzar com o que está a ser consumido em Portugal via Audience Insights, e construir um plano de conteúdo que seja de desperdício zero, ou seja, posts que ficam online a ser consumidos pelos crawlers da IA durante meses ou anos.
A mensagem de fecho foi inequívoca: não seguir tendências é a maior tendência. A diferença entre marcas que funcionam nas redes e as que não funcionam está sempre na cadência e na objectividade, não na criatividade.
Bernardo Ferreira | Tráfego
O Maior Influencer da Tua Marca em 2026 Pode Vir a Chamar-se ChatGPT
Bernardo Ferreira, Founding AI Search Optimization Strategist na REACH AI, veio confirmar o que muitos sentem mas poucos sabem nomear: a forma como as pessoas pesquisam está a mudar de forma irreversível, e a Google já não é o único destino.
Desde o aparecimento do ChatGPT e do Perplexity, parte da jornada de pesquisa passou a começar em ferramentas de AI Search. Uma boa posição no Google não implica ser recomendado pelo ChatGPT já que os algoritmos são completamente distintos.
A visão de Bernardo foi directa: os maiores influenciadores desta década não serão feitos de carne e osso. Serão algoritmos. E o trabalho de quem faz SEO e marketing digital já inclui, ou devia incluir, optimizar para esses algoritmos.
A sessão foi técnica, mas absolutamente prática. Entre os pontos principais:
O que muda no AI Search face ao SEO tradicional: em vez de rankings fixos, há probabilidades de menção. O objectivo não é estar sempre em primeiro lugar, é aumentar a probabilidade de ser recomendado. Isso muda completamente a lógica da estratégia.
A importância do conteúdo externo: ao contrário do Google, onde a estratégia passa muito por páginas próprias bem optimizadas, no ChatGPT o que conta também é o que os outros dizem sobre a marca, através de directórios, plataformas de review e listicles de terceiros.
Os Query Fanouts: quando o ChatGPT responde a uma pergunta longa e conversacional, não pesquisa essa frase exacta no Google. Parte-a em subqueries. Compreender essas subqueries é o coração de uma estratégia de AI Search bem feita.
A checklist técnica: submeter o sitemap na Google Search Console e no Bing Webmaster Tools (o ChatGPT usa o Bing para pesquisas em tempo real), verificar se os bots do GPT e do Claude conseguem aceder ao site, rever o robots.txt, garantir que o conteúdo não depende de JavaScript para ser lido, e implementar Schema Markup adequado.
Bernardo partilhou ainda o trabalho que tem desenvolvido com a plataforma da REACH AI, que permite fazer tracking diário de prompts em múltiplos modelos e perceber com que frequência uma marca está a ser mencionada ou citada.
Helder Pinto | Conversão
Landing Pages à Velocidade da IA: Do Zero à Conversão em Minutos
Helder Pinto, fundador da HRP, chegou um pouco afónico, mas com uma demonstração que ninguém esquece: criar uma landing page funcional, com simulador interactivo, responsiva e pronta a publicar em menos de dez minutos, ao vivo, à frente de toda a audiência.
Antes disso, fez o enquadramento que todos precisavam de ouvir. No processo tradicional, produzir uma landing page demora por vezes mais de uma semana e envolve designer, developer, setup de hosting, instalação de WordPress e Elementor, e testes de responsividade. Com IA, o mesmo resultado pode ser obtido em quatro horas. Uma redução de custos e tempo que muda completamente a lógica de quem trabalha com performance marketing.
A stack que Helder usa e recomenda combina duas ferramentas:
Claude para pensar: estratégia, análise de concorrência, copywriting, geração de imagens via integração com Flux, e criação do prompt que vai ser passado ao Lovable.
Lovable para construir: design, layout, código funcional, publicação imediata, gestão de e-mail e SMTP integrado, sem necessidade de ferramentas adicionais de deploy.
Na demonstração ao vivo, Helder criou um simulador de taxa de esforço para um intermediário de crédito. O Lovable gerou a página com toda a lógica funcional, responsiva e com CTA. Quando um botão ficou mal alinhado, corrigiu-o com uma frase simples em linguagem corrente. Sem código, sem programação.
Apresentou ainda outros projectos desenvolvidos com IA: uma plataforma de gestão financeira e reconciliação bancária com OCR de facturas, integração com extracto bancário, categorização automática e dashboard de relatórios, construída numa semana e meia, quando o equivalente numa software house custaria dezenas de milhares de euros. E um sistema de chamadas automáticas para clínicas, que contacta leads imediatamente após o preenchimento de formulário, agenda consultas e responde a perguntas frequentes com base numa base de conhecimento da clínica.
A mensagem central ficou em três princípios: uma landing page por campanha, Claude pensa e Lovable constrói, e investir na velocidade antes de na perfeição.
Miguel Rão Vieira | Agentes
O Teu Primeiro Agente Inteligente
Miguel Rão Vieira, da PumpkinSearch e co-host do podcast Marketing para Idiotas na RFM, veio desmistificar os agentes inteligentes. Não com slides, mas com uma demonstração ao vivo em que partiu de um workflow completamente em branco e, em cinquenta minutos, construiu um agente capaz de enviar e-mails, consultar e criar eventos no Google Calendar e analisar dados de negócio a partir de uma Google Sheet.
A distinção inicial foi essencial: uma automação tem regras fixas e executa sequências pré-definidas. Um agente inteligente recebe um objectivo e tem autonomia para planear e executar acções, escolhendo ferramentas conforme o que é necessário. Observa, planeia, executa e repete o ciclo até o problema estar resolvido.
Para a demonstração, usou o n8n, uma ferramenta open-source que permite criar workflows visuais e que funciona tanto em cloud como em servidor próprio. A lógica é a de conectar nós: um trigger (mensagem de chat, horário, webhook), um modelo de linguagem (OpenAI, Claude, Mistral), memória temporária para manter contexto da conversa, e ferramentas como Gmail, Google Calendar, Google Sheets ou qualquer aplicação via integração.
Em tempo real, mostrou o agente a receber a instrução de enviar um e-mail a desejar um óptimo dia, ir ao Gmail e enviar. Depois a criar uma reunião no Google Calendar com as restrições definidas no system prompt (só entre as 9h e as 13h, em dias úteis). E finalmente a consultar uma Google Sheet com dados de vendas, identificar problemas de stock e enviar um alerta por e-mail, sem qualquer intervenção humana.
Integrou ainda o Windsor AI via MCP Server, um protocolo recente que permite conectar aplicações entre si via texto sem precisar de conhecimento profundo das APIs, para que o agente pudesse aceder a dados de Google Ads e Meta Ads de clientes e gerar relatórios automaticamente.
A sua recomendação para quem quer começar: criar primeiro um agente de reporting. Uma microagência ou pequena empresa tem de encontrar formas de gerir mais clientes... um agente inteligente pode ser a solução.
Sobre os limites da autonomia: o agente pode criar, analisar e alertar. A execução final, publicar, gastar budget ou tomar decisões com impacto directo, ainda deve ter intervenção humana.
Rui Nunes | Automação
Comprar Tempo com IA: O Novo Superpoder do Marketing
Rui Nunes, fundador da SendXmail, ZOPPLY e HOT Leads, com mais de 30 anos de experiência em marketing digital e automação, chegou sem slides. Apenas com ferramentas abertas e prontas a usar.
O ponto de partida foi uma premissa que define toda a sua abordagem: para automatizar bem, é preciso estrutura. A automação não serve processos criativos e caóticos. Serve processos que se repetem de forma consistente. E o segredo está em ter essa estrutura definida antes de construir qualquer fluxo.
Rui usa o Airtable como base de dados central, estruturado como um Excel profissional com IA integrada, capaz de gerar insights, criar dashboards e funcionar como repositório para tudo o que alimenta as automações. Para os fluxos, usa o Make para processos determinísticos como newsletter, artigos de blog, SEO e repurposing. O N8n fica reservado para agentes e interacções mais complexas.
Na demonstração, mostrou o fluxo completo de produção de conteúdo para a newsletter da SendXmail: o sistema vai ao Airtable buscar um case study, um insight e uma ideia que foram previamente curados; passa cada um por um nó com Claude Sonnet configurado com um system prompt de voz de marca específica; e gera os três blocos de texto prontos para edição humana. Um processo que antes demorava horas, agora demora minutos. O único trabalho humano é a curadoria das fontes e a revisão final.
Mostrou depois como o mesmo sistema produz artigos de blog completos, com meta description, schema SEO e prompts de imagem, tudo separado em workflows distintos para evitar falhas em cascata e facilitar o debug. E como o repurposing de conteúdo para LinkedIn e vídeo é feito automaticamente, com scripts para avatares de IA no HeyGen que mantêm a consistência de voz e imagem da marca.
Um caso particularmente impressionante: os relatórios trimestrais QBR para clientes, que antes ocupavam uma equipa durante uma semana inteira, agora são gerados em uma hora, com uma pessoa sénior a validar o output. O preço ao cliente manteve-se. A rentabilidade multiplicou.
A sua visão sobre o papel do humano: ele deve estar no loop entre workflows, a validar se o output está de acordo com os standards antes de o sistema avançar para a etapa seguinte. Não deve estar ausente, mas também não deve ser o bottleneck de tudo.
Jorge Cunha | Analytics
Stop Guessing: Mastering Marketing ROI with AI-Powered Analytics
Jorge Cunha, fundador da IT Tech BuZ e especialista em Analytics com mais de duas décadas de experiência, fechou o evento com a sessão mais estrutural do dia. Uma análise dos problemas reais que as empresas enfrentam com os dados, e duas soluções práticas para os resolver.
O diagnóstico foi certeiro: as organizações trabalham em silos, os dados estão desintegrados, os KPIs não têm definições partilhadas, e o resultado é que se tomam decisões com informação errada ou simplesmente não se tomam decisões. O "churn" de um departamento não é o mesmo que o de outro, e só essa diferença de interpretação pode comprometer toda uma estratégia.
A framework proposta para resolver isto é a IDIRA:
Integração de dados
Data Collection
Insights
Reports
Artificial Intelligence
Cada bloco tem o seu papel, e a sequência importa. De nada serve ter IA a gerar insights se os dados que a alimentam são inconsistentes.
Para a demonstração de Power User, mostrou a configuração de um MCP local via Docker que conecta o Claude Desktop ao Google Analytics 4, sem passar dados por servidores externos, sem custos de API significativos e com total controlo da infraestrutura. O resultado é poder perguntar ao Claude "quais foram os últimos sete dias de tráfego e campanhas" e receber uma análise estruturada com resumo executivo, identificação de anomalias e próximos passos recomendados.
A segunda demonstração foi do IDIRA.chat, a solução enterprise desenvolvida pela IT Tech BuZ: um analista de marketing baseado em IA, com guardrails de compliance, dados sempre na infraestrutura do cliente, suporte a múltiplos LLMs em failover automático, audit log completo e treino específico por cliente incluindo glossário de termos internos. Uma ferramenta que serve simultaneamente de analista para os seniores e de tutor para os juniors.
O ponto mais importante da sessão: os dados nunca são perfeitos, e a IA deve ser configurada para dizer quando não tem dados suficientes em vez de inventar. A consistência entre o que o dashboard mostra e o que o analista de IA responde é uma responsabilidade que deve ser construída de raiz.
Reveja Tudo com Tempo: A Gravação Está Disponível
Se assistiu ao evento ao vivo e quer rever alguma das demonstrações em detalhe, a gravação do NEXT.MARKETING Online está disponível para compra.
Por 75€ + IVA, tem acesso às gravações durante 12 meses, podendo rever cada sessão ao seu ritmo, pausar, recuar e acompanhar os passos de cada demonstração. O acesso inclui ainda os templates e ferramentas referenciadas ao longo do dia, e um desconto de 25% na conferência presencial NEXT.MARKETING de Outubro.
O Que Levar Deste Dia
A IA não é mais uma ferramenta. É uma nova camada operacional que atravessa a estratégia, os dados, os conteúdos, a automação e a decisão.
A vantagem não está em usar IA. Estará em usá-la melhor do que os outros. E isso exige critério para saber o que automatizar e o que manter sob controlo humano. Exige contexto para compreender o negócio, o cliente e o momento. Exige criatividade porque a IA amplifica mas a originalidade estratégica ainda nasce do pensamento humano. E exige responsabilidade porque as decisões têm impacto e a ética não é negociável.
Mais velocidade sem direcção não é uma vantagem. É uma forma mais eficiente de chegar ao sítio errado.
O conselho prático com que o evento fechou resume tudo: não tente aplicar tudo ao mesmo tempo. Escolha um processo, uma tarefa, uma área. Teste, meça, aprenda. Avance. A transformação digital não acontece de uma vez, acontece uma decisão de cada vez, tomada com critério, contexto e coragem.
A Conversa Continua na AMD
O NEXT.MARKETING Online é um spin-off da conferência anual NEXT.MARKETING, que regressa em Outubro em formato presencial. Ao longo do ano, a AMD organiza também webinares temáticos e eventos de networking para profissionais de marketing.
Para se manter actualizado, subscreva a newsletter bimensal da AMD, acompanhe o blog em amd.pt e junte-se à comunidade de profissionais de marketing directo e digital em Portugal.
FAQ
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O NEXT.MARKETING Online foi uma conferência digital organizada pela AMD — Associação Portuguesa de Marketing Directo e Digital, realizada a 2 de Junho de 2026. Reuniu seis especialistas em marketing e inteligência artificial para um dia de demonstrações práticas ao vivo, cobrindo conteúdos e redes sociais, tráfego, conversão, agentes inteligentes, automação e analytics.
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Paulo Rossas (Lisbon Digital School), Bernardo Ferreira (REACH AI), Helder Pinto (HRP), Miguel Rão Vieira (PumpkinSearch), Rui Nunes (SendXmail, ZOPPLY e HOT Leads) e Jorge Cunha (IT Tech BuZ).
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É uma metodologia de redes sociais baseada em 90 posts publicados ao longo de 3 meses, sem interrupção. O objectivo é criar uma base de aprendizagem orgânica que permita perceber quais os conteúdos e redes que funcionam para cada marca, antes de investir orçamento publicitário. Os conteúdos devem ser intemporais, ligados directamente ao negócio e organizados em 9 temas multiplicados por 10 peças cada.
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É a disciplina que optimiza a presença de uma marca nas respostas geradas por ferramentas de IA como o ChatGPT, o Perplexity e o Google AI Mode. Ao contrário do SEO tradicional, não há rankings fixos, mas sim probabilidades de menção. Uma boa posição no Google não garante ser recomendado pelo ChatGPT, porque os algoritmos são distintos e as fontes que cada um utiliza também diferem.
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Sim. Com a combinação de Claude (para estratégia e copywriting) e Lovable (para construção e publicação), é possível criar uma landing page funcional, responsiva e pronta a publicar em poucas horas, sem escrever uma linha de código. Helder Pinto demonstrou ao vivo no NEXT.MARKETING Online a criação de um simulador interactivo em menos de dez minutos.
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Uma automação executa uma sequência de passos pré-definidos com regras fixas. Um agente inteligente recebe um objectivo, observa o contexto, planeia autonomamente um conjunto de acções e utiliza ferramentas para as executar, repetindo o ciclo até o problema estar resolvido. A principal diferença está na autonomia de decisão e na capacidade de adaptação.
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O n8n (para agentes e workflows mais complexos), o Make (para fluxos determinísticos como produção de newsletter e artigos de blog), o Airtable (como base de dados estruturada para alimentar automações), o Claude Sonnet (para geração de conteúdo com voz de marca), o HeyGen (para criação de vídeos com avatares de IA) e o Windsor AI (para agregar dados de plataformas de publicidade e analytics).
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A gravação está disponível em nextmarketing.pt por 75€ + IVA, com acesso durante 12 meses. O acesso inclui os templates e ferramentas referenciadas ao longo do evento, e um desconto de 25% na conferência presencial NEXT.MARKETING de Outubro.
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A conferência presencial NEXT.MARKETING realiza-se em Outubro de 2026. Para mais informações e inscrições, visite nextmarketing.pt.
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A AMD é a Associação Portuguesa de Marketing Directo e Digital, fundada em 1987. Representa o sector, promove boas práticas e ética profissional, organiza eventos de formação e partilha, e apoia a inovação responsável no marketing em Portugal. Mais informação em amd.pt.

